terça-feira, julho 16, 2013

FAMÍLIA, CÉLULA MATER EM DEBATE NO 18º ENA

Ezequiel Sena
Ezequiel Sena
Vitória da Conquista - Bahia

U
m bom encontro insinua aproximação mútua, requer cuidados de quem prepara e gestos firmes de quem coordena. Nem que eu consumisse todo o meu estoque de adjetivos – que não é grande coisa – não conseguiria expressar o que aprendi ao participar, semana passada (06 a 12), do 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO realizado em nossa cidade. Todavia, tinha consciência de estar compartilhando de um momento histórico, especial e inesquecível em Vitória da Conquista (BA).
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A responsabilidade de organizar um evento desta grandeza, para receber quase 500 pessoas do Brasil inteiro, não é coisa tão simples, exige planejamento, esforço, dedicação e muita disponibilidade das pessoas envolvidas. E o mais curioso disso, é que todos aqueles que aqui vieram ficaram hospedados nas casas dos mefecistas conquistenses.
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Para se ter ideia, logo na abertura, dia 06, já se notava a distinção do 18º ENA. Além das lideranças encontristas, autoridades e representantes da sociedade civil prestigiaram o Evento, e aplaudiram de pé a apresentação das caravanas na quadra poliesportiva do Ginásio das Sacramentinas; com a Banda de Música da Policia Militar entoando os hinos Nacional, Estadual e da Cidade, enquanto um pelotão de estudantes da PM perfilava com as Bandeiras dos Estados. Em seguida, o desfile das delegações, um belo espetáculo, parecido com a cerimônia de abertura de uma olimpíada. E à noite, ainda, no auditório do Colégio, a celebração eucarística, presidida pelo Arcebispo Dom Luiz Gonzaga da Silva Pepeu.

Mas, para que tudo saísse dentro do planejado, segundo seus organizadores, os preparativos foram traçados desde julho 2010, após o encerramento do 17º ENA, em Vila Velha (ES), mesmo porque, os Encontros Nacionais têm a periodicidade de três anos e se constituem em necessidades absolutas para a existência do MFC.  “Reuniões mensais, muita dedicação, doação e disponibilidade foram os ingredientes indispensáveis para a realização deste ENA”, garante o coordenador da Equipe de Comunicação, Rubens Carvalho.

Já as palestras, os debates e demais atividades começaram no domingo, (07), com todas as estruturas montadas no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima e, simultaneamente, na Escola Normal (Instituto de Educação Euclides Dantas), espaço adequado para a alocação das comunidades.
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Bem sugestivo, e muito importante para o momento atual que vivemos, foi a escolha do tema “Famílias: abram os olhos para os desafios do século XXI”, cujo lema é: “Eu vim para que todos tenham vida, vida em abundância (Jo. 10,10)”. A Coordenação Nacional do MFC afirma que este Encontro  tem como objetivo principal criar espaços  de debates e reflexões sobre a ‘instituição família’, já que no mundo atual ela atravessa um estranho turbilhão de ofertas e facilidades que cria apenas expectativas, mas não dá sustentabilidade nem padrões afetivos de convivência.
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Como participante, estou convicto de que os debates produziram respostas significativas para o resgate dos valores da ‘cédula mater, a família’ atualmente tão desgastados. Creio, também, devido o voluntariado e a receptividade dos conquistenses, este Evento serviu de modelo para o próximo, em 2016, na cidade de Maringá (PR). E, se Deus permitir, estaremos lá!
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*Ezequiel Sena participou da Equipe de Comunicação do 18º ENA

ENTÃO ACONTECEU, O 18º ENA ENCONTRO NACIONAL DO MFC DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO.

A
proximadamente 500 membros do MFC de 18 estados do Brasil reuniram-se em Vitória da Conquista – Bahia, de 6 a 12 de julho, para avaliar, debater e assumir posições frente aos desafios do nosso tempo, especialmente diante dos recentes acontecimentos e manifestações da cidadania brasileira reivindicando dos governos políticas públicas mais corajosas para a saúde, educação, combate a corrupção, reforma política, mobilidade urbana, transportes.

Depois de três anos de gestão fecunda como Coordenadores Nacionais do MFC, Eduardo e Ismari Lange, são festejados por seu desempenho exemplar.

Nos próximos Correios, novas informações sobre o ENA 2013 e perspectivas para a nova Coordenação eleita.


CORREIO MFC BRASIL Nº 328


ROMA E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: FIM DA GUERRA

Gianni Valente
Reportagem publicada
no site Vatican Insider,
21-06-2013.
A tradução é do Cepat
 publicada pela Unisinos, RS
O movimento eclesial teológico da América Latina, conhecido como “teologia da libertação”, que depois do Vaticano II encontrou eco em todo o mundo, deve ser considerado, na minha opinião, entre as correntes mais significativas da teologia católica do século XX.
Arcebispo Gerhard Ludwig Müller

Gianni Valente
Reportagem publicada no site Vatican Insider, 21-06-2013
A tradução é do Cepat publicada pela Unisinos, RS

Q
uem consagra a Teologia da Libertação com esta elogiosa e peremptória avaliação histórica não é nenhum representante sul-americano das estações eclesiais do passado. O “certificado” de validade chega diretamente do arcebispo Gerhard Ludwig Müller, atual Prefeito do mesmo dicastério vaticano – a Congregação para a Doutrina da Fé – que durante os anos 1980, seguindo o impulso do Papa polonês e sob a direção do então cardeal Ratzinger, interveio com duas instruções para indicar os desvios pastorais e doutrinais que também incluíam os caminhos que as teologias latino-americanas haviam tomado.

A avaliação sobre a Teologia da Libertação não é uma declaração que escapou acidentalmente ao atual custódio da ortodoxia católica. O juízo, meditado, aparece nas densas páginas do volume do qual foi tirada a frase: uma antologia de ensaios escrita a quatro mãos, impressa na Alemanha, em 2004, e que agora está sendo publicada na Itália com o título “Da parte dos pobres, Teologia da Libertação, Teologia da Igreja” (Ediciones Messaggero, Padua, Emi).

Atualmente, o livro irrompe como um ato para encerrar as guerras teológicas do passado e os resíduos bélicos que de tempos em tempos brilham para espairecer alarmas que representam ora interesses, ora pretextos.

Gustavo Gutiérrez
O livro é escrito pelo atual responsável pelo ex-Santo Ofício e pelo teólogo peruano Gustavo Gutiérrez, pai da Teologia da Libertação e inventor da própria fórmula utilizada para definir essa corrente teológica, cujas obras foram submetidas a exames rigorosos durante muito tempo pela Congregação para a Doutrina da Fé em sua longa estação ratzingeriana, embora nunca tenha sido condenado.

O livro representa o resultado de um longo caminho comum. Müller nunca ocultou sua proximidade com Gustavo Gutiérrez, que conheceu em 1998 em Lima durante um seminário de estudos.

Em 2008, durante a cerimônia para o doutorado honoris causa concedido ao teólogo Müller pela Pontifícia Universidade Católica do Peru, o então bispo de Regensburg definiu como absolutamente ortodoxa a teologia de seu mestre e amigo peruano. Nos meses anteriores à nomeação de Müller como presidente do dicastério doutrinal, foi exatamente sua relação com Gutiérrez que foi evocada por alguns como prova da não idoneidade do bispo teólogo alemão para o posto que ocupou (durante 24 anos) o então cardeal Ratzinger.

Nos ensaios da antologia, os dois autores-amigos se complementam reciprocamente. Segundo Müller, os méritos da Teologia da Libertação vão além do âmbito do catolicismo latino-americano. O Prefeito indica que a Teologia da Libertação expressou no contexto real da América Latina das últimas décadas a orientação para Jesus Cristo redentor e libertador que marca qualquer teologia autenticamente cristã, justamente a partir da insistente predileção evangélica pelos pobres. “Neste continente”, reconhece Müller, “a pobreza oprime as crianças, os idosos e os doentes”, e induz muitos a “considerar a morte como uma escapatória”. Desde as suas primeiras manifestações, a Teologia da Libertação ‘obrigava’ as teologias de outras partes a não criar abstrações sobre as condições reais da vida dos povos ou dos indivíduos. E reconhecia nos pobres a “própria carne de Cristo”, como agora repete o Papa Francisco.

Papa Francisco
Justamente com a chegada do primeiro Papa latino-americano surge com maior força a oportunidade para considerar esses anos e essas experiências sem os condicionamentos dos furores e das polêmicas daquela época. Mesmo afastando-se dos ritualismos dos “mea culpa” postiços ou das aparentes “reabilitações”, hoje é muito mais fácil reconhecer que certas veementes mobilizações de alguns setores eclesiais contra a Teologia da Libertação eram motivadas por certas preferências de orientação política mais que pelo desejo de guardar e afirmar a fé dos apóstolos.

Os que pagaram a fatura foram os teólogos peruanos e os pastores que estavam completamente submergidos na fé evangélica do próprio povo, que acabaram “triturados” ou na sombra mais absoluta. Durante um longo período, a hostilidade demonstrada para com a Teologia da Libertação foi um importante fator para favorecer brilhantes carreiras eclesiásticas.

Em um dos textos, Müller (que numa entrevista de 27 de dezembro de 2012 havia expressado a hipótese do cenário de um Papa latino-americano depois de Ratzinger) descreve sem meias palavras os fatores político-religiosos e geopolíticos que condicionaram certas “cruzadas” contra a Teologia da Libertação: “Com o sentimento triunfalista de um capitalismo que, provavelmente, se considerava definitivamente vitorioso”, refere o Prefeito do dicastério doutrinal vaticano, “misturou-se também a satisfação de ter negado desta maneira qualquer fundamento ou justificação da Teologia da Libertação. Acreditava-se que o jogo com ela era muito simples, lançando-a no mesmo conjunto da violência revolucionária e do terrorismo dos grupos marxistas”.

Müller também cita o documento secreto, preparado para o presidente Reagan pelo Comitê de Santa Fé, em 1980 (ou seja, quatro anos antes da primeira Instrução sobre a Teologia da Libertação), no qual se solicitava ao governo dos Estados Unidos da América que agisse com agressividade contra a “Teologia da Libertação”, culpada por ter transformado a Igreja Católica em “arma política contra a propriedade privada e o sistema da produção capitalista”.

“É desconcertante neste documento”, destaca Müller, “a desfaçatez com que seus autores, responsáveis por ditaduras militares brutais e por poderosas oligarquias, fazem de seus interesses pela propriedade privada e pelo sistema produtivo capitalista o parâmetro do que deve valer como critério cristão”.

Após terem passado décadas de batalhas e contraposições, justamente a amizade entre os dois teólogos (o Prefeito da Doutrina da Fé e aquele que durante um tempo foi perseguido pelo mesmo dicastério doutrinal) alimenta finalmente uma ótica capaz de distinguir as obsoletas armações ideológicas do passado da genuína fonte evangélica que impulsionava muitas das rotas do catolicismo latino-americano depois do Concílio.

Segundo Müller, Gutiérrez, com seus 85 anos (e que pretende viajar à Itália e passar por Roma em setembro), expressou uma reflexão teológica que não se limitava às conferências nem aos cenáculos universitários, mas que se nutria da seiva das liturgias celebradas pelo sacerdote com os pobres, nas periferias de Lima. Ou seja, essa experiência básica graças à qual – como disse sempre simples e biblicamente o próprio Gutiérrez – “ser cristão significa seguir a Jesus”. É o próprio Senhor, acrescenta Müller ao comentar a frase de seu amigo peruano, quem “nos dá a indicação de nos comprometermos diretamente com os pobres. Fazer prevalecer a verdade nos leva a estar do lado dos pobres”.
  
PENSAMENTOS
Selma Amorim
Composição com ágatas
Não deixes que o tempo escorra por entre os dedos abertos de tuas mãos vazias. Segura-o de qualquer maneira para que ele vire eternidade. Dom Helder Câmara
A vida merece algo além do aumento de velocidade. Gandhi
Uma longa viagem começa com um único passo. Lao-Tsé
Não há atalhos fáceis para qualquer lugar digno de ser visitado. Beverly Sills
Só são verdadeiramente felizes aqueles que procuram ser úteis aos outros. Albert Schweitzer
O carpinteiro molda a madeira, os arqueiros moldam flechas, o sábio molda a si mesmo. Buda
O homem morre uma primeira vez na idade em que perde o entusiasmo. Balzac
Há somente dois dias durante o ano em que não podemos fazer nada: ontem e amanhã. Gandhi
Nos momentos de crise é que surgem as mais poderosas ações. Paiva Netto
O que nos faz bons ou maus não é aquilo que nos aconteceu, mas sim o que fazemos e somos. Hubert Rohden
Não penso em toda a desgraça, mas na beleza que permanece. Anne Frank
Seleção feita por Jorge Leão – MFC São Luís - MA



sexta-feira, julho 12, 2013

18º ENCONTRO NACIONAL DO MFC É ENCERRADO FESTIVAMENTE!

Dramatização do CONDIR NORDESTE na Liturgia
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 quinta-feira (11), 6º e último dia do 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, em Vitória da Conquista – Bahia iniciou com a Liturgia do CONDIR NORDESTE com um forte estampido e a apresentação do vídeo “a vida toda”, retratando as mudanças que o mundo teve desde seu inicio.

O CONDIR NORDESTE dramatizou a era dos tempos com pessoas representando Adão e Eva, homens e mulheres com anzóis, arpão, pá, facão, cestas e outros utensílios, gesticulando, falando e dançando. Em outro momento, crianças acompanhadas de uma catequista, todas com um Catecismo na mão, entraram no palco e sentaram, enquanto a catequista, de pé, começou a interrogar o que as crianças não podem entender.

Dramatizando a era atual, jovens e adultos entraram no palco com notebooks, tablets, celulares, instrumentos que a modernidade disponibiliza a todos.

O CONDIR NORDESTE mostrou na Liturgia de hoje que ninguém aprende ou acerta sozinho. Por isso é preciso ler a Bíblia em conjunto. Não só com os olhos. A Bíblia tem cheiro de pó de estrada, de suor de gente. Ninguém pode deixar de valorizar o ver, o escutar, o tocar, o comer, o andar com os outros, o fazer.

Nesta Liturgia, ficou destacado que  não se pode viver falando só em cruz, em sofrimento, é preciso cuidar da alegria de servir, de provar o gosto bom de viver.
Muita alegria no encerramento da Liturgia do CONDIR NORDESTE
   
Finalizando a Liturgia, em clima de festa, todos falaram em alto e bom tom: “UM MEFECISTA NÃO PODE SER DORMINATE, MAS MILITANTE”.

Dando sequencia a programação, os encontristas se dirigiram as suas oficinas para o encerramento dos trabalhos e às 12h30min foi servido o almoço no Restaurante Mesa Farta, instalado no Instituto de Educação Euclides Dantas.

Às 14h30min, os encontristas se dirigiram para o Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, onde assistiram uma palestra e de lá seguiram em caminhada até a Praça 9 de Novembro, popular Praça do Acarajé, onde participou de um ato concreto, reivindicando melhorias para as famílias conquistense e de todo o Brasil.

A caminhada denominada “CAMINHADA DA FAMÍLIA” teve sua conclusão na Catedral Metropolitana de Vitória da Conquista, com uma celebração eucarística.

O 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO teve um encerramento festivo no Mediterrâneo, tradicional casa de festas de Vitória da Conquista – Bahia, com uma noite recheada de muita animação.


Na manhã desta sexta-feira (12), a organização do 18º ENA vai proporcionar aos encontristas várias opções de passeios turísticos, concluindo com muito sucesso a realização do 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO.

DEFINIÇÃO DO LOCAL DO 19º ENA E ELEIÇÃO DA COORDENAÇÃO NACIONAL DO MFC MARCAM O 5º DIA DO 18º ENA

Apresentação da Liturgia do CONDIR SUDESTE

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om o tema: “Famílias, abram os olhos para o avanço tecnológicos”, o CONDIR SUDESTE apresentou a Liturgia da quarta-feira (10), 5º dia do 18º ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, que acontece em Vitória da Conquista – Bahia.

A Liturgia iniciou-se com a apresentação do vídeo celular – Disconnect to Connect, mostrando parte dos resultados de pesquisa mundial que mostram que o convívio entre crianças e adultos está praticamente desaparecendo e um dos fatores que mais influíram nesta mudança radical na vida familiar e no isolamento das pessoas é, em grande parte, o uso intensivo da tecnologia digital.

Meninas e meninos estão conectados na Internet, nos celulares, nos games e na televisão, enquanto pais vivem obsecados pelos dispositivos e aplicativos que lhes oferecem aumento de produtividade e ganhos financeiros. Desde modo, a vida em família pode entrar para a lista de espécies ameaçadas de extinção.

O CONDIR SUDESTE dramatizou o momento retratando a realidade vivida por pais e filhos que se utilizam da tecnologia, esquecendo a verdadeira e tradicional convivência familiar.

Às 9 horas, o encontristas se dirigiram as salas onde funcionaram as Oficinas do 18º ENA, com diversas opções de assuntos: oficina desejada: Nucleação e Caminhada dos Jovens; Vivência e experiência da nucleação no MFC no Brasil; Religiosidade e espiritualidade; Resgatando vida – experiência para o tratamento da sobriedade; Envelhecimento e sexualidade, vivência do tempo e relacionamento afetivo; Consumismo e sustentabilidade: como trabalhar a preservação do meio ambiente no MFC; Conjugalidade e parentalidade, desafios para as famílias hoje (marido e mulher, pais e filhos); Formação nas equipes-base: Reuniões e Temários, Fato e Razão; Projetos sociais e de formação: como organizar; Papel dos leigos e leigas na sociedade e na Igreja instituição; Vivências em grupos para a formação de novas lideranças.

As 12h30min, as Oficinas foram interrompidas para o almoço no Restaurante Mesa Farta e às 14h30min os CONDIR’s se reuniram para darem posse aos coordenadores estaduais para o triênio 2013/2016 e elegerem entre os coordenadores estaduais o coordenador do CONDIR para o triênio.

Coordenadores da Gestão 2010/2013 homenagearam
Eduardo e Ismari, Coordenadores Nacional do MFC.
Com grande expectativa, iniciou-se às 17h15min a AGN – ASSEMBLEIA GERAL NACIONAL que se iniciou no domingo (07) e teve sua conclusão na quarta-feira (10) com a escolha da Cidade de Maringá – Paraná que sediará o 19º ENA, no período de 16 a 22 de julho de 2016 e a eleição do Coordenador Nacional que administrará o MFC nos próximos três anos.

Durante a AGN, os coordenadores regionais da gestão 2010/2013 fizeram uma homenagem ao casal Eduardo e Ismari neste encerramento de gestão.

Sônia e Adalberto, casal Coordenador Nacional
do MFC - Gestão 2013/2016.
No último dia da AGN 2013, os Coordenadores e Vice-Coordenadores dos 5 CONDIR’s foram aclamados e empossados. Em seguida, foi estabelecida a forma de eleição do casal Coordenador Nacional para o triênio 2013/2016, através de voto secreto, sendo distribuídas as cédulas com os nomes dos Coordenadores Regionais aos mefecistas com direito a voto. Galdino, Coordenador Regional Sudeste, pediu a palavra para informar que não pode participar da eleição por motivos particulares e ficará apenas como Coordenador Regional. Assim, a presidência da AGN encaminhou a votação que concluído e realizado o escrutínio dos votos, o resultado foi o seguinte: Sudeste com 2 votos, o Nordeste com 2 votos e o Centro Oeste com 39 votos. Em consequência, o Coordenador Regional do CONDIR CENTRO OESTE, Adalberto e Sônia, foram eleitos e empossados como CASAL COORDENADOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO NO BRASIL, para o período 2013 a 2016. Após a eleição festiva do casal Coordenador Nacional, a AGN foi encerrada.


As atividades do 5º dia do 18º ENA foram concluídas com um delicioso jantar e a palestra de Antônio Carlos Aguiar, vice-coordenador nacional do MFC, às 20 horas, no Teatro Carlos Jeová, do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima.

quarta-feira, julho 10, 2013

4º DIA DO 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC

CONDIR SUL apresentou a Liturgia do 4º Dia do 18º ENA
  
O
s encontristas do 18º ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO reiniciaram as atividades nesta terça-feira (09), 4º dia do 18º ENA com um café da manhã às 7h30min no Instituto de Educação Euclides Dantas e logo após seguiram para o Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, onde assistiram a Liturgia do CONDIR SUL.

A liturgia teve como tema: “Famílias, abram os olhos para os Valores do século XXI” começando com a leitura do Evangelho extraído do livro de Coríntios 13.

Durante a liturgia, várias frases, slides e músicas foram apresentados, destacando-se a música “Todos estão surdos”. Nesta liturgia, o CONDIR SUL procurou destacar os valores absolutos de hoje, como o dinheiro, que proporciona uma falsa segurança (Lc 12, 16-21), idolatria (Mt 6,24), etc.

Após a liturgia, o CONDIR SUL apresentou um vídeo institucional, sobre os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, destacando a Cidade de Maringá – Paraná candidata a ser sede do 19º ENA em 2016.

Seguindo a programação, às 9 horas, os encontristas participaram do momento de “provocação do assessor” com o professor Mário Betiato, graduado em filosofia e teologia, pós-graduado em didática do ensino superior, mestrado em educação e doutorado em teologia. Em seguida todos se dirigiram as suas respectivas Comunidades.

Às 12h30min foi servido o almoço no Restaurante Mesa Farta, no Instituto de Educação Euclides Dantas. Às 14h30min os encontristas retornaram as suas Comunidades para o encerramento das atividades e às 15h30min aconteceu o “fechamento” com o professor Mário Betiato.

Logo após o lanche das 16h45min, reiniciou-se a AGN – Assembleia Geral Nacional com a participação de coordenadores estaduais, regionais e membros dos diversos Estados presentes no 18º ENA.

As atividades do 4º dia do 18º ENA foram concluídas com um delicioso jantar e show musical, às 20 horas, no Teatro Carlos Jeová, do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima.

terça-feira, julho 09, 2013

3º DIA DO 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC

CONDIR CENTRO OESTE na Liturgia do 3º dia do 18º ENA
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om o tema: “Famílias abram os olhos para a influência da exploração econômica” o CONDIR CENTRO OESTE apresentou a Liturgia da segunda-feira (08) no 3º dia do 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC que acontece em Vitória da Conquista – Bahia com a participação de mefecistas de todo Brasil.

Nesta Liturgia, o CONDIR CENTRO OESTE convidou a todos para refletir sobre os acontecimentos políticos e econômicos contemporâneos que muitas vezes impedem o desenvolvimento dos valores humanos e cristãos, e também partilhar com todo o amor e alegria que nos impulsiona para o trabalho do reino.

Teatralmente, o CONDIR CENTRO OESTE apresentou os tipos de explorações que nos fazem tanto mal a ponto de impedir a nossa aproximação com Deus e com os irmãos. A apresentação foi aplaudida pelo público presente no Teatro Carlos Jeová, do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima.

A Liturgia foi encerrada na esperança e na certeza dos resgates das atitudes corretas e coerentes, observando as boas aventuranças para a construção do reino de Deus.

Ainda no Teatro Carlos Jeová, a programação do 18º ENA teve continuidade às 9 horas com a Provocação do Assessor – Mário Betiato, da Coordenação Nacional de Metodologia do Movimento Familiar Cristão no Brasil.

Às 9h30min, teve inicio o 2º dia de atividades nas comunidades do 18º ENA com os encontristas discutindo o “Julgar”, dentro do tema: “Abram os olhos diante dos desafios do século XXI. Quais?”.

Às 12h30min houve uma pausa nas comunidades para o almoço, retornando às 14h30min para a continuidade dos trabalhos. Às 15h30min, às comunidades se deslocaram para o Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima onde aconteceu o “Fechamento do Dia” com o Assessor Mário Betiato, graduado em filosofia e teologia, pós-graduado em didática do ensino superior, mestrado em educação e doutorado em teologia.

Às 16h45min foi servido o lanche, e às 17h15min teve reinicio a AGN – Assembleia Geral Nacional do MFC, na presidência do casal José Newton e Ariadna, Coordenadores Nacional da gestão anterior e a participação de coordenadores estaduais, regionais e membros dos diversos Estados presentes no 18º ENA.

O jantar foi servido às 20 horas e em seguida houve uma palestra do professor Mário Betiato no Teatro Carlos Jeová, do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, aberta a comunidade conquistense.

segunda-feira, julho 08, 2013


2º DIA DO 18º ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC

O auditório ficou lotado para assistir a Liturgia do CONDIR NORTE
   
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eve sequencia no domingo (07), o 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO que acontece em Vitória da Conquista, sudoeste baiano, com o Tema: “FAMÍLIAS: ABRAM OS OLHOS PARA OS DESAFIOS DO SÉCULO XXI” e o Lema: “EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA, VIDA EM ABUNDÂNCIA” (Jo 10,10).

As atividades tiveram inicio às 7h30min com um delicioso café da manhã servido no Instituto de Educação Euclides Dantas e logo após a Liturgia do CONDIR NORTE com o tema “Famílias: Abram os olhos para a ecologia e a sustentabilidade” (Ez 37,1-4).

A Liturgia do CONDIR NORTE convidou todos a refletir e compartilhar sobre a ecologia e a sustentabilidade, pedindo que as pessoas olhem para a natureza e percebam como as mãos humanas estão contribuindo para o fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, causando sérias ameaças ao planeta.

Dando sequencia ao evento, às 10 horas, houve a apresentação e dinâmica da Metodologia do 18º ENA com Gení Dariva – coordenadora de metodologia do 18º ENA e membro do MFC Erechim – RS. A dinâmica de apresentação teve o tema: “Abram os olhos diante dos desafios do século XXI. Quais?”. Os quarenta facilitadores escolhidos entre os participantes do 18º ENA posicionaram os mefecistas nas vinte comunidades existentes.

Às 12h30min houve uma pausa para o almoço e às 14h30min as comunidades retornaram as atividades e o fechamento com o relatório das atividades da comunidade no domingo. Às 16h45min foi servido um lanche.

Helio Amorim, Eduardo, Ismari, Frei Davi,
José Newton e Ariadna
A AGN – ASSEMBLÉIA GERAL NACIONAL DO MFC, onde se elegem os novos Coordenadores Regionais e, entre eles, os novos Coordenadores Nacionais que, juntos, formarão o CONDIN – Conselho Diretor Nacional, teve sua instalação às 18 horas na presidência do casal José Newton e Ariadna, Coordenadores Nacional da gestão anterior. Participaram da mesa os atuais Coordenadores Nacional - Eduardo e Ismari, Frei Davi - Assessor Eclesiástico Nacional e Helio Amorim - MFC Rio de Janeiro. Para secretariar a AGN foi convidado o casal Gilson e Lourdes, atuais SENCOM.

É na AGN que se define o plano de metas e prioridades de ações do MFC para os próximos três anos, a partir dos estudos e debates realizados no presente ENA. A AGN é composta pela Equipe de Coordenação Nacional, pelos Coordenadores Regionais, Coordenadores Estaduais e Coordenadores Nacionais da gestão anterior.

Na AGN é definido também o local da realização do próximo Encontro Nacional. Ocorrendo dificuldades para se definir a cidade, define-se ao menos a região ou o estado, a cargo do qual recai a responsabilidade da escolha da cidade-sede.

Os Coordenadores Regionais 2013/2016
A AGN deste ENA é numa versão diferente das dos Encontros anteriores. Nesta AGN os trabalhos permanecem abertos até a quarta-feira (10), quando e permanecendo aberta até às 19h30min da quarta-feira (10) quando acontecem às eleições para a coordenação nacional, coordenações regionais, conselho fiscal e escolha do local que sediará o 19º ENA. Neste primeiro dia de AGN foram apresentados os candidatos as coordenações regionais dos cinco CONDIR's.

Finalizando o segundo dia do 18º ENA, foi servido um jantar às 19 horas e às 20 horas iniciou-se uma atividade cultural no Centro Cultural Camilo de Jesus Lima.