sábado, abril 23, 2011

Dia Internacional do livro


Fonte : Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região semi-autônoma da Espanha.

A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes,

escritor espanhol. O escritor e editorvalenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia

para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.

Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII

assinou o decreto real que instituiu aFesta do Livro Espanhol.

No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.

Mais tarde, em 1996, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor,

em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão,

e William Shakespeare, dramaturgo inglês.

No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava

o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha.

Assim Shakespeare faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes

sexta-feira, abril 22, 2011

Santa ceia

Olá, estou lhe enviando um de minhas poesias,

com os meus melhores votos de uma

SANTA E FELIZ PÁSCOA!
Saudações, MFeCistas !!





SANTA CEIA

Páscoa é amor e ressurreição,

D'Aquele que por nós deu-se no Calvário,

Nossos pecados, Ele deu-nos o perdão,

Abriguemo-Lo em nossos corações,

E assim obteremos a salvação,

Sejamos todos seus seguidores,

Alivio teremos para nossas dores,

É Ele quem nos guarda e nos guia,

Sua Mãe é a Virgem Maria,

Aquela que a Ele gerou,

Meus amados e queridos irmãos,

Que nossa vida seja uma eterna oração,

Para um dia no céu com certeza,

Possamos com Ele estar,

E da Santa Ceia com JESUS Participar.


NEGRA POETISA

PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS EM 10/04/2009

MENSAGEM DE PÁSCOA

Aos irmãos e amigos de caminhada,

Trecho do texto :Páscoa A vida como um dom maior de Frei Betto


Graça e Paz!

A Páscoa nos convida à interiorização, a meditar de olhos bem abertos. Não é lá no túmulo de Jerusalém que, agora, Jesus ressuscita. É em nosso coração, em nossa solidariedade, em nossa capacidade de enxergá-lo no próximo, em especial nos mais pobres, com quem ele se identificou (Mateus 25, 31-46). A Páscoa deve servir de momento de reflexão: que outro mundo almejamos? É possível alcançar a paz se 2/3 da humanidade vivem abaixo da linha da pobreza? O caminho da paz é a imposição das armas ou a conquista da justiça?

Para que cada um de nós mefecistas comprometidos com a construção do Reino e a defesa pela vida tenhamos nesta páscoa, pelo o amor do nosso Pai, o prazer de beber o vinho pascal ,nos transformando assim em um novo homem e uma nova mulher.

Uma Santa e Feliz Páscoa a todos vocês e familiares.


Fraternalmente ,

Equipe de Coordenação Estadual -MFC Bahia


quinta-feira, abril 21, 2011

Mundo Fabuloso da Comunhão

Ana Paula Maddalozzo*

Era uma vez um mundo muito, muito distante, que povoava lugares banhados por oceanos longínquos. Águas cristalinas. Mansas. De um azul infinito. Era uma vez um mundo, muito, muito perto, que povoava as esquinas em que habitam nossos vizinhos. Longe e perto. Misterioso e conhecido. Encantado e real. Seres dos mais distantes aos mais próximos vagavam de cá e de lá. Imaginação e realidade convivendo junto. Tudo neste mundo era bom.

Parece que no momento da criação, o Artista pensou nos mínimos detalhes, e todas as coisas foram desenhadas de tal forma que nada poderia dar errado. Como o Artista era perfeito, seu traçado naturalmente foi formando cada criatura sem nada repetir, sem nada copiar. Cada ser era único. Cores, cheiros, sabores, formas. Alguns voavam, outros nadavam. Alguns se aproximavam com mais facilidade, outros se escondiam e demoravam a se revelar. Manias. Pequenas manias. E as diferenças só aumentavam a beleza do mundo.

Neste mundo fabuloso os astros não entravam em conflito, as lideranças eram alternadas e compartilhadas. Noite e dia não brigavam nunca. Cada um cedia gentilmente seu espaço para o outro. A harmonia revelava o quanto um precisava do outro. Não havia superioridade entre eles. Todos se sentiam úteis.

O exagero não existia neste Mundo Fabuloso. A velha coruja contava de mundos que se acabaram destruídos pelos exageros. Nem falta, nem o excesso. O bom estava no equilíbrio. Simplicidade era norma que todos seguiam. Não era norma escrita. Fazia parte do crescimento deles. Se não fossem simples, não seriam tão felizes.

O que fazia deste Mundo Fabuloso tão maravilhosos de se viver era a amizade que se expressava através da generosidade, da arte de se doar ao outro. E com a capacidade de dividir, de partilhar, se concretizava a comunhão. Eles sabiam partilhar. Pois, um brinquedo dividido com outra criaturinha se tornava uma expressão ainda mais bela do divertimento. Um lanche partilhado se tornava mais gostoso, mais saboroso, porque alimentava mais bocas mais corações. As alegrias e as experiências positivas divididas se multiplicavam, ao passo que as dores e as dificuldades divididas diminuíam.

Todos deste mundo carregavam consigo uma imensa bandeira que tinham orgulho de hasteá-la por onde passavam e nela estava bordado em letras douradas: Mundo Fabuloso da Comunhão, MFC. As criaturas partilhavam o sentimento de pertencer. Todos sabiam que naquele mundo tudo era de todos e a eles pertencia. E por isso eles cuidavam, e cuidavam tanto. Não havia poluição. Nenhuma criatura era descriminada ou morta. Nenhum riacho era sujo. As tempestades trazendo raios e chuvas fortes eram bem vindas. Sim, pois todos tinham a certeza que a tempestade iria embora e as águas teriam cumprido sua missão e ao final da tormenta o terreno estaria fértil para um novo semear.

Era muito comum que as criaturas do mundo fabuloso se reunissem para conversar sobre algum tema. Essa era a forma que utilizavam para transmitir e receber informações, conhecimentos, saberes. Mensalmente os seres deste mundo se reuniam junto à forte e experiente figueira para participar das rodas de conversa. Conversas que muitas vezes não serviam para nada, mas serviam para tudo! Para alimentar o essencial. E o essencial é ser feliz. Compartilhar, comungar e fazer o bem. Não permitindo que picuinhas destruam a essência da vida. Coisinhas miúdas, sem importância, não podem tirar as criaturas do essencial.

Periodicamente, lideranças de diferentes regiões deste Mundo Fabuloso combinavam de reunir-se. E desta vez a proposta era uma enorme integração, com data e local marcado, o grande seminário foi organizado. Tudo foi carinhosamente elaborado, com antecedência, para proporcionar, aos participantes, acesso aos tesouros que o Artista na hora da criação havia cuidadosamente detalhado em cada criaturinha.

Seres diferentes foram chegando, uns aos pares , outros em bandos e haviam os que vieram sozinhos para representar muitos que não puderam estar presentes. Vieram criaturas pela terra e pelo ar. Rapidamente a reunião foi formada por jacarés de papo amarelo, capivaras, tucanos de bico preto, borboletas azuis, um enorme pintado veio do centro oeste, um bicho preguiça demorou, mas chegou. Grandes amigos se reencontravam ou acabavam de se conhecer, para festejar a comunhão, disseminar idéias e trocar experiências. Todos traziam consigo o que tinham de melhor para ajudar os outros a perceber o que têm de melhor também.

As criaturas do local sede da conferencia organizaram-se para acomodar todos os convidados e acolher com carinho seus irmãos de caminhada. Teve um casal de gralhas azuis que estava com o ninho bem aquecido pela presença de seus filhotinhos que cedeu lugar para os formosos coqueiros baianos aconchegarem-se.

Todas as criaturas reunidas, deu-se início ao seminário que tinha por objetivo debater sobre o equilíbrio entre a verdadeira vontade do artista criador ao desenhar cada detalhe e as exigências do mundo atual. Todos tinham consciência da importância da continuidade do Mundo Fabuloso da Comunhão. E assim defendiam, discordavam, concordavam e sugeriam. Cada liderança sabia que não estava ali para assistir os acontecimentos, mas para fazer parte deles.

A Águia alertou para a importância de afiar os sentidos para as transformações e renovações dos novos tempos.

O Papagaio não deixou de lembrar a importância de buscar os desejos do artista criador, fazendo tudo o que Ele quer.

Durante a conferência, os sabiás em coro, afinadíssimos, entoavam canções memoráveis. Canções para alegrar, animar e emocionar, canções que acalentavam o coração. Mesmo com esta calorosa recepção o casal de Araras Azuis se encolhia não suportando o frio que estava fazendo.

As formigas saúvas cuidaram da logística organizando, limpando e providenciando o que fosse necessário para que os líderes pudessem refletir e conviver em harmonia.

Após 3 dias de reunião e união, era chegada a hora de retornar aos seus lares, tomar o caminho de volta, deixando para trás seus tesouros que foram compartilhados e levando na bagagem tudo que foi distribuído e dividido, além de muitos sonhos para serem implementados. O seminário transformou cada participante em semeadores, prontos a semear, sementes capazes de brotar, dar frutos, flores e continuar a beleza da vida.

Pode ser que o periquito azul e a antiga mangueira se esqueçam de alguma parte da matéria, afinal era tanto a ser assimilado. Esquecer algum detalhe da conferência seria normal, mas o que não se esquecerá certamente, serão os sorrisos, as gentilezas, o amor e tudo o que reflete a face do artista criador.

Então, o Antigo Carvalho concluiu que lideres são semeadores e que se a semente for lançada com convicção e carinho não há como não florescer.

E ao final de tudo em um grande suspiro o Sol que resolveu ficar mais um pouco para não perder nada da reunião falou com a Lua que chegou antes para observar tudo pessoalmente: é isso que eu sempre digo, que bom que no céu há espaço para todas as estrelas; uma não precisa tirar o brilho da outra para aparecer mais, cada uma deve ceder a sua luz para auxiliar a outra.

E as araucárias que viam tudo de cima comentaram entre si: O Artista foi tão perfeito, ao criar todos diferentes, que fez com que tivessem necessidade de viver juntos. Cada qual desempenhando sua missão. Cada qual fazendo a sua parte para que o Mundo Fabuloso da Comunhão continue existindo e cumprindo sua função.

· Mefecista de Curitiba




Texto escrito para ilustrar o SIN em Curitba

A última ceia: o amor é uma força criadora - Mesters, Mercedes Lopes, Orofino


Terça-feira, 19 de abril de 2011 - 15h19min

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O texto abaixo é extraído do livroTravessia: quero misericórdia e não sacrifício, de Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino. Pedidos:vendas@cebi.org.br

1. Situando o texto

a) Os capítulos 24 e 25 do Evangelho de Mateus apresentaram o quinto e último Sermão da Nova Lei de Deus. Os capítulos 26 a 28 descrevem a sua promulgação. De fato, desde o Sermão da Montanha, inúmeras vezes, Mateus já vinha afirmando que o objetivo da Nova Lei é o amor e a misericórdia (Mt 5,43-48; 7,12; 9,13; 12,7; 22,34-40). Agora, nesta parte final dos capítulos 26 a 28 que narram a paixão, morte e ressurreição, ele descreve como Jesus praticou o amor, levando a Lei ao seu pleno cumprimento (Mt 5,17).

b) A descrição da paixão de Jesus acentua o fracasso dos discípulos. Apesar da convivência de três anos, nenhum deles ficou para tomar a defesa de Jesus. Judas traiu, Pedro negou, todos fugiram. Mateus conta isto, não para criticar ou condenar, nem para provocar desânimo nos leitores, mas para ressaltar que o acolhimento e o amor de Jesus superam a derrota e o fracasso dos discípulos! Esta maneira de descrever a atitude de Jesus era uma ajuda para as Comunidades. Por causa das frequentes perseguições, muitos tinham desanimado e abandonado a comunidade e se perguntavam: “Será que é possível voltar? Será que Deus nos acolhe e perdoa?” Mateus responde sugerindo que nós podemos romper com Jesus, mas Jesus nunca rompe conosco. O seu amor é maior que a nossa infidelidade.

2. Comentando o texto

a) Mateus 26,20-25: Anúncio da traição de Judas

Jesus sabe que vai ser traído. Mesmo assim, faz questão de se confraternizar com os amigos e as amigas. Estando reunido com eles pela última vez, anuncia quem é o traidor. E “aquele que põe a mão no prato comigo”. Este jeito de contar as coisas acentua o contraste, pois para os judeus a comunhão de mesa, comer juntos do mesmo prato, era a expressão máxima da amizade, da intimidade e da confiança. Mateus sugere assim que, apesar de a traição ser feita por alguém muito amigo, o amor de Jesus é maior que a traição!

b) Mateus 26,26-29: A instituição da Eucaristia

O encontro de Jesus com os discípulos realiza-se no ambiente solene da celebração da Páscoa. Eles estão reunidos para comer o cordeiro pascal e, assim, lembrar a libertação do Egito. O contraste é grande. De um lado, os discípulos: eles estão inseguros, sem entender nada. De outro lado, Jesus que faz um gesto de partilha, convidando os amigos a tomar o seu corpo e o seu sangue. Ele distribui o pão e o vinho como expressão do que ele mesmo está vivendo naquele momento: doar sua vida pelos outros, para que possam viver. Este é o sentido da Eucaristia: aprender de Jesus a se doar e a se entregar, sem medo dos poderes que ameaçam a vida. Mateus acentua ainda mais o contraste entre Jesus e a atitude dos discípulos. Antes do gesto de Jesus, ele colocou a traição de Judas (Mt 25,20-25). Depois do gesto, a negação de Pedro e a fuga dos discípulos (Mt 25,30-35).Deste modo, destaca para todos nós a inacreditável gratuidade do amor de Jesus, que supera a traição, a negação e a fuga dos amigos. O seu amor não depende do que os outros fazem por ele.

c) Mateus 26,30-35: O anúncio da fuga de todos

Terminada a ceia, saindo com os amigos para o Horto, Jesus anuncia que todos vão abandoná-lo. Vão fugir e se dispersar! Mas desde já ele avisa: “Depois da ressurrei­ção, vou na frente de vocês lá na Galiléia! “Simão, que tem o apelido de Cefas ou Pedro (pedra) e que já foi pedra de tropeço para Jesus (Mc 8,33), agora pretende ser ó discípulo mais fiel de todos. “Ainda que todos se escandalizem, eu não o farei!” Mas Jesus avisa: “Pedro, você será mais rápido na negação do que o galo no canto!” De fato, os discípulos vão romper com Jesus, mas Jesus não rompe com eles! Ele continua esperando por eles lá na Galiléia, isto é, no mesmo lugar onde, três anos antes, os tinha chamado pela primeira vez. A certeza da presença de Jesus na vida do discípulo e da discípula é mais forte do que o abandono e a fuga! O retorno é sempre possível. Jesus continua chamando. Chama sempre!

3. Alargando: O corpo e o sangue do meu Senhor são força viva de paz

Jesus toma o pão e diz: “Tomai e comei, isto é o meu corpo!” Toma o cálice bom vinho e diz: ‘ ‘Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados!” Pão! Corpo! Cálice! Sangue! Aliança! Remissão dos pecados! O pão é símbolo da Lei. Nós dizemos até hoje “o pão da palavra”. O corpo indica a própria pessoa de Jesus que se entrega. O cálice é símbolo do sofrimento da paixão (Mt 20,22). O sangue indica a pessoa de Jesus enquanto é entregue numa morte violenta. A aliança é o compromisso entre Deus e o povo, agora confirmado pelo sangue de Jesus. A remissão dos pecados é a entrega por amor que liberta as pessoas do pecado. Em resumo, Jesus é a Nova Lei. O seu amor, a sua doação e entrega revelam o objetivo da Lei de Deus. Comer o pão da Eucaristia significa assimilar em nós a mesma atitude de doação. E Jesus termina dizendo que não vai beber mais do fruto da videira até o dia em que beberá o vinho novo no Reino do Pai. O vinho novo é o amor que se bebe com os irmãos na vida das comunidades.

Fonte http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=1&noticiaId=1921

TRÍDUO PASCAL


O TRÍDUO PASCAL, é mais que um conjunto de celebrações contínua e rica, com aspectos múltiplos e diversos, que exprimem o mistério central da vida e da fé cristã: a passagem da morte à vida (a Páscoa).

A Igreja celebra em cada ano os grandes mistérios da redenção humana desde a Missa vespertina de Quinta-Feira "na ceia do Senhor", até às Vésperas do Domingo da ressurreição". A celebração deste mistério assim condensada tem um ritmo litúrgico próprio que é assinalado no tempo pelo tríptico da Crucifixão, Sepultura e Ressurreição do Senhor.

O ponto culminante do Tríduo é a Eucaristia da Vigília. Muito embora se deva dar relevo justo à Eucaristia de Quinta-Feira Santa, importa não transformá-la na Eucaristia mais importante do ano. O dinamismo impresso na liturgia do Tríduo aponta noutro sentido: após a explosão do Gloria, aguarda-se a Gloria da Vigília.

O Tríduo inicia-se, por isso, com a Ceia do Senhor, na Véspera da sua Paixão (1º dia do Tríduo). Assim, a Missa de Quinta-Feira Santa que comemora a Ceia do Senhor, deve celebrar-se pelo fim da tarde ou em hora mais conveniente a uma grande participação de fiéis, porventura, mais tardia.

As orientações litúrgicas apontam todas para uma estreita relação entre a celebração da Missa da Ceia do Senhor e a Celebração da Paixão: "O Sacrário deve estar completamente vazio ao começar a celebração. Hão-de consagrar-se nesta Missa as hóstias necessárias para a comunhão dos fiéis, e para que o clero e o povo possam comungar no dia seguinte... Para a reserva do Santíssimo... recomenda-se que não se perca de vista a sobriedade e austeridade que correspondem à Liturgia destes dias, evitando ou corrigindo qualquer forma de abuso... Com efeito a capela da reposição é preparada não para representar a "sepultura do Senhor", mas para guardar o pão eucarístico para a comunhão que será distribuída na Sexta-Feira na Paixão do Senhor".

A Missa da Ceia do Senhor nem tem bênção, nem despedida. E a Celebração da Paixão, não tem canto de entrada, nem saudação do Presidente. Os ritos iniciais são a procissão em silêncio e a prostração.

A Celebração da Paixão do Senhor deve celebrar-se numa hora entre as 12 e as 15 horas. Se motivos pastorais sérios aconselharem outra hora, nunca seja antes do meio-dia, nem depois das 9 da noite. A adoração da Cruz é feita a uma única cruz e de forma pessoal. No caso excepcional de extraordinária concorrência de fiéis que impeça que o rito se desenrole de forma digna e em tempo conveniente, então, poder-se-á propor uma adoração coletiva. Nunca, entretanto, a adoração simultânea de várias cruzes. A celebração conclui com a oração sobre o povo, sem despedida.

Neste dia não se celebra a Eucaristia. E a comunhão aos fiéis, com exceção dos doentes ausentes, é distribuída apenas durante a celebração. É proibido, também, celebrar qualquer sacramento, com exceção da Penitência e da Unção dos doentes. No sábado não há Missa, nem comunhão aos doentes, a não ser o viático. É proibida a celebração do Matrimônio e de outros sacramentos, para além do Sacramento da Penitência e da Unção dos doentes.

O sábado santo (2º dia do Tríduo) é um dia cheio de grande significado. Não é o "sábado de aleluia", mas o sábado do repouso junto do túmulo do Senhor, em que a igreja medita na Paixão, na Morte e na descida à mansão dos mortos do seu Redentor e aguarda, no jejum e na oração, a sua Ressurreição. Para além da reunião da comunidade para a oração, não há qualquer outra celebração, a não ser o caráter do próprio dia.

A Vigília (3º dia do Tríduo) é o cume do Tríduo. Realiza-se integralmente de noite, "uma noite de vela em honra do Senhor". Não faz parte do sábado, nem é, nem pode ser substituída por uma missa vespertina. "Por isso não deve escolher-se uma hora tão cedo que ela comece antes do início da noite, nem tão tardia que termine depois da alba do Domingo. Esta regra é de interpretação estrita. Qualquer abuso ou costume contrário... é de reprovar...". A celebração deve começar, quanto possível, fora da igreja, à volta de uma fogueira. O círio pascal deve ser de cera, novo em cada ano, nunca fictício. A entrada na igreja deve ser apenas iluminada pelo círio que todos seguem (Presidente, ministros e fiéis). A liturgia da Palavra consta de 7 leituras do antigo Testamento e duas do novo. Excepcionalmente, poderá reduzir-se o número das leituras do A.T., nunca abaixo de três e sem omitir a leitura do Êxodo 14. O ponto alto é a celebração da Liturgia Eucarística. Evite-se que seja apressada.

Finalmente, a Missa do Domingo de Páscoa deve celebrar-se com a máxima solenidade.

http://mfcmaceio.blogspot.com

terça-feira, abril 19, 2011

Dia do Índio?


Em 1.500 época em que os portugueses chegaram ao Brasil estimava-se que existiam cerca de 6 milhões de índios. De lá pra cá, com a matança, escravismo e catequização forçada, tivemos uma diminuição absurda da população indígena no Brasil.

Não há o que comemorar dizimaram varias tribos, muito índios foram assassinados, sua terras foram tiradas bruscamente, impondo aos índios cultura branca. Temos que levantar nossa voz como forma de protestar, e reconhecer ao índio o direito que lhes cabe, devolvendo para o mesmo dignidade respeito todos os dias. (Todo dia e o dia do índio, não tão somente o 19 de abril), tão cantado em prosas e versos .

segunda-feira, abril 18, 2011

Quase metade da população está acima do peso, diz pesquisa

18/04/2011 13h00 - Atualizado em 18/04/2011 14h49

Homens apresentam mais excesso de peso do que as mulheres.
Ministério divulgou pesquisa sobre fatores de risco para doenças crônicas.

Do G1, em Brasília

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O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (18) pesquisa que aponta que 48,1% da população brasileira está acima do peso e 15% são obesos. Há cinco anos, a proporção era de 42,7% para excesso de peso e 11,4% para obesidade. Os dados fazem parte da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil 2010).

saiba mais

Segundo a pesquisa, se for considerada somente a população masculina, mais da metade dos homens está acima do peso (52,1%). Entre as mulheres, a proporção é de 44,3%. Em 2006, a pesquisa apontava excesso de peso em 47,2% dos homens e em 38,5% das mulheres.

Para Deborah Malta, coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o expressivo crescimento no número de pessoas com sobrepeso e obesidade, em um curto período, é uma tendência mundial.

“A ocorrência do excesso de peso decorre do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados. Essa é uma tendência mundial e o Brasil não está isolado. Ela é um reflexo do baixo consumo de alimentos saudáveis como frutas, legumes e verduras e do uso em excesso de produtos industrializados com elevado teor de calorias, como gorduras e açúcares, além de baixos níveis de atividade física”, explicou Deborah Malta.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, disse que, mantido o ritmo atual, o Brasil terá em 13 anos o mesmo número de obesos que os Estados Unidos têm atualmente. "Se nós mantivermos o rtimo de crescimento [no índice de obesidade] que o Brasil vem tendo, em 13 anos nós vamos ter o mesmo índice de prevalência que os Estados Unidos têm atualmente".

A pesquisa mostra que 14,2% dos adultos não fazem nenhuma atividade física no tempo livre e que 30,2% dos homens e 26,5% das mulheres assitem televisão por mais de três horas ao dia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 30 minutos de atividade física pelo menos cinco vezes por semana.

Alimentação
Em relação à alimentação, a pesquisa aponta que o brasileiro está consumindo menos feijão , mais leite integral - com gordura - e bastante carne com gordura aparente. O número de adultos que comem feijão pelo menos cinco dias por semana é de 66,7%. Em 2006, 71,9% dos brasileiros consumiam feijão.

A pesquisa aponta ainda que somente 18,2% dos brasileiros adultos consomem cinco porções diárias ou 400 gramas de frutas e hortaliças, quantidade recomendada pela OMS. O levantamento mostra que 34,2% se alimentam de carnes vermelhas gordurosas ou de frango com pele; e 28,1% consomem refrigerantes cinco vezes ou mais na semana.

Fonte:http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/04/quase-metade-da-populacao-esta-acima-do-peso-diz-pesquisa.html Acesso di a 18/04/2011 as 16:32

sexta-feira, abril 15, 2011

MFC jovem - Porto Seguro

Nesta sexta feira dia 15, aconteceu na casa de Cosme e Nilza, reunião do grupo de jovens de Porto Seguro. Nesta reunião colocamos propostas concretas de ampliar o numero de participantes, e participar em Vitoria da Conquista de um encontro de jovens que vai acontecer no mes de maio nos dias 21 e 22. A nossa participação vai ampliar o intercambio a nivel estadual e ampilar nossos conhecimentos.
Nosso encontro foi uma reunião alegre, tivemos momentos de reflexão, oração, perdão, amizade, complexidade e respeito uns aos outros.

Participantes: todos os integrantes do grupo MFC jovem